Nov
29
2007
Então decidi parar com lamentação. Eu li algumas coisas que eu escrevi pra trás e vi que eu reclamo demais! Claro que não é assim fácil mudar, mas tudo começa quando você enxerga que tá errado e decide mudar.
Eu tenho esse costume de me achar injustiçada… Acho que eu tô vivendo como uma. E assim claro que a minha vida vai passar e eu não vou ter feito nada. Só vou ter lamentado e lamentado. Se eu for mesmo uma vítima dessa doença, vou ter que escolher entre viver reclamando sem fazer nada ou aceitar e viver da melhor forma possível.
Sim existe muita prepotencia no que eu escrevo, e sim eu sei que muito disso é da doença, mas continuar me achando mais que os outros não vai me levar a lugar nenhum. Eu vou continuar achando isso lá no fundo eu sei, mas não vou pensar nisso o tempo todo.
E sim, eu posso ser alguém importante ser ser louca. Vai ser mais difícil claro, mas vai acontecer.
Chega de ser vítima!!! Eu vou usar essa doença a meu favor…
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Nov
16
2007
Eu sou muito independente, em todos os sentidos. Aí às vezes eu sinto uma carência… se eu abraço alguém que eu amo não adianta porque eu sou meio avessa à contato físico. Eu sei dar colo, mas não sei ficar no colo de ninguém… isso é muito triste. Acho que no passado quando eu sentia isso eu me aproximava de estranhos e sempre acabava em sexo. Na época parece que funcionava, mas hoje não adianta. Eu só queria que uma pessoa que me entendesse me abraçasse e dissesse alguma coisa que me fizesse ver que vai ficar tudo bem. Não adianta vir de alguém que não sabe o que eu tô passando. Porque essa pessoa também não sabe se vai mesmo ficar tudo bem.
Eu não sei ganhar “colo”. Abraços, esses pra consolar, me incomodam. Eu não consigo relaxar! Nesse exato momento eu queria colo. Por 20, 10, ou até mesmo 1 minuto. Talvez me acalmasse.
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Nov
16
2007
Ontem não me senti muito bem à noite. Senti que o mundo não era real de novo. Foi rápido, tipo uma meia hora, mas senti desespero. Eu não reconhecia a minha casa, parecia que tinham me colocado lá de repente. Parecia que a minha família não era minha, que tinha sido imposta. É estranho e eu já to meio acostumada, eu sei que vai passar por isso não me desespero tanto. Eu fico quieta esperando. Parece que a minha vida não é aquela, como nos filmes quando o personagem acorda na vida de outro.
Também, fui assistir aquele filme Waking Life. Só podia ter mexido com a minha cabecinha fraca. Tem um diálogo que me chamou a atenção, sobre como falamos diferentes línguas, como as palavras com significado abstrato tem diferentes sentidos pra cada pessoa. E que quando nós sentimos que estamos sendo compreendidos por alguém, se comunicando de verdade, é como se fosse uma “comunhão espiritual” com essa pessoa, e essa é uma das nosas buscas eternas. Achei legal, eu sempre penso sobre isso. Eu, em particular, tenho muita dificuldade de me comunicar de verdade com as pessoas. Todos dizem o contrário, dizem que eu tenho facilidade, mas facilidade eu tenho em tentar falar a língua da outra pessoa. A minha parece que ninguém entende.
Eu converso com as pessoas do jeito que eu acho que elas vão gostar, eu provoco um pouco e às vezes sou meio sarcástica… Mas sou bem sincera, não costumo me aproximar de quem eu não gosto. Eu não converso muito com ninguém na verdade. Eu não gosto que pessoas venham na minha casa, não gosto de ir na casa de ninguém… Quando a minha namorada insiste muito, ela sempre insiste, a gente faz um churrasco ou alguma coisa, é penoso pra mim. Eu quase morro de tédio. Eu não suporto ficar sentada num banquinho jogando conversa fora com pessoas que pra mim não faz diferança que existam ou não. Eu gosto de ir num bar, com bastante gente pra eu ficar observando. Com espaço pra eu me movimentar, pra levantar e dar uma volta quando eu me canso da conversa. Poucas conversas prendem a minha atenção. Poucas pessoas prendem a minha atenção. Acho que eu sou meio anti social. hehehe E daí né!
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Nov
12
2007
Tô furiosa hoje!!! Eu percebo que to sento grossa com as pessoas mas não consigo evitar. Tenho que me esforçar pra ficar quieta porque é melhor.
Não sei porque eu fico assim… Eu sinto um ódio tão grande de todas as pessoas ao meu redor… dá vontade de sumir e ficar sozinha, ir pra praia, pra longe.
Alguns dias não são bons pro convívio. A voz dos pessoas me irrita, o cheiro, tudo.
Que saco…
Sorte que eu sei que passa.
É só esperar.
Vou marcar consulta com outro psiquiatra. Não to muito feliz com o que eu to indo. Quero voltar pro Wirmond, que me tratou bem no início, mas ele não tem convênio e fica tão caro… mas vou lá mesmo assim pelo menos uma vez. Acho mais seguro. To sentindo que as cosias não estão indo muito bem e eu penso demais em parar de tomar o lítio. Eu to confiando que ele vai me ajudar (salvar!)
Queria poder conversar com alguém que me entendesse. EU não tenho amigos. A única pessoa que me ouve e com quem eu possos er eu mesma é a namorada mas as vezes me dá pena dela porque eu vejo que ela não tem mais tanta paciência…
Li um texto, um depoimento talvez não sei como descrever na internet, no site www.bipolaridade.com.br, de uma pessoa que eu não conheço de pseudonimo “leitor” que me chamou a atenção. Ele conseguiu dizer em poucas palavras EXATAMENTE como eu me sinto em relação aos “outros”. Vou copiar aqui, espero que ele não se importe.
“Para um bipolar não há muitas opções, ao meu ver apenas duas:
-Ou vc vive intensamente suas “loucuras” e lógico, as dramáticas conseqüências;
-Ou vc se apega a algum comportamento pré estabelecido tentando,
desesperadamente, nele se manter para não errar e sofrer tanto.
No meu caso, em particular, o caminho escolhido foi o da “conveniência conservadora”
que me permitiu manter o que o senso comum chama de ser “bem sucedido”
(família, profissão, finanças,respeito social, etc) enfim tudo dentro dos padrões.
Mas não são os meus padrões, o meu querer é instável e na maior parte do tempo eu não quero nada!
Nem mesmo transgredir! Não sei lidar com a fraqueza do carácter humano, não gosto de “gente”,
embora sinta pena da condição humana. As minhas ironias e provocações tem dois propósitos:
Contrariar o estabelecido e eliminar a passividade das pessoas, numa tentativa de deixa-las,
talvez, um pouco mais interessantes aos meus olhos. Elas, inclusive vc, não são indefesas por
isso espero que se defendam com dignidade. Se demonstrarem apenas a indiferença sem graça do senso comum,
não haverá surpresa alguma, pois estarão apenas exercendo o livre direito à mesmice!”
Fiquei surpresa… eu poderia ter escrito isso.
Tá aí uma pessoa que eu gostaria de conhecer… e principalmente… deixar me conhecer.
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Nov
8
2007
Acho que até agora não contei sobre minha filha né…Quando eu comecei esse blog eu contei minha vida como era antes de eu descobrir que era bipolar, mas nao dei muitos detalhes sobre a minha filha. Na verdade, no começo eu tava muito grilada com medo que alguem que eu conheço descobrisse esse blog e descobrisse todas as loucuras que eu fiz e tal… agora esse medo passou.
Engraçado, é que nem quando você trai pela primeira vez… Uma paranóia danada… depois vai passando, passando, e aí parece a coisa mais normal do mundo.
Bom nem todo mundo que me conhece, principalmente no trabalho sabe que eu sou casada com uma mulher e iam ficar bem chocados tenho certeza…
Entaõ foi assim. Eu conheci um rapaz, me apaixonei, tudo bem normalzinho. Aí com 18 anos eu fiquei grávida. Meus pais e os pais deles foram muito legais e apoiaram totalmente. A gente casou e minha filha nasceu. Eu curti a gravidez bastante. Normal… A primeira… decepção, acho que é a palavra mais certa, foi na hora do parto. Os médicos tiraram a nene da minha barriga e puseram ela no meu colo pra eu ver. Eu tava esperando sentir aquilo que as mulheres sempre falam desse momento… aí eu olhei pra ela… uma gracinha, mas tava toda sujinha e eu nao senti vontade de chorar nem nada. Me culpei depois por ter sido fria nessa hora…
Aí por dois anos eu morei com ela e o meu marido. Eu nao lembro muito bem desse período não sei porque. Simplesmente apaguei da minha memória… pena.
Eu lembro que de repente eu fui mudando. Comecei a me cuidar, emagrecer, ir na academia… E a minha vaidade tomou conta. Eu já não tinha mais paciência pro meu marido nem pra minha filha. Só queria sair e conquistar as pessoas, o que foi ficando cada vez mais fácil e divertido. Em pouco tempo eu me separei.Aí a minha vida mudou radicalmente.
Eu saia toda noite e dormia de dia. Eu levava a minha filha pra escolinha a tarde, voltava pra casa, dormia umas horas (que já me bastavam), pegava ela e deixava na casa de um dos avós pra poder sair. Aí foi aquela fase que eu contei no começo de muita balada e muito sexo…
Eu era bem rígida com a minha filha. Eu nao tinha paciencia pras coisas de criança dela. Eu brigava com ela e nao admitia choro nem manha… hoje eu vejo que eu era um monstro. Coitadinha… Eu não consigo me lembrar do sentimento amor nessa fase.
Aconteceu mais de uma vez de eu estar em casa a tarde dormindo e perder a hora de buscar ela na escolinha… aí a tia ligava porque só tinha ela lá.
Ela era uma criança que morria de medo de fazer alguma coisa errada. Um medo doentio… Era muito preocupada em me agradar… e ela tinha o que, 3,4 anos…De manha eu dava aula de ingles, e ganhava bem até, mas gastava tudo, até o ultimo centavo.
Depois de um tempo veio a depressão. Aí eu parei de trabalhar vendi tudo e voltei pra casa da minha mãe. Outra vez não tinha tempo pra ela. Aí foi a fase do “mundo virtual”. Ficava a noite na internet e o dia dormindo. Minha mãe começou a criar ela então. Graças a Deus.
Uma vez chamaram na escolinha porque ela tinha muito medo de tudo e eu entendi que era minha culpa…
Eu não tinha mesmo idéia de como criar uma criança. E achava que tava muito certa, que ela seria educada assim. Ela era só uma criança.
Passada essa fase da depressão eu passei num concurso em outra cidade, aí minha mãe assumiu a criação dela de vez. Eu vinha só nos fins de semana, mas nem via ela direito.
Eu tive outra fase de mania, então não ligava pra mais ninguem da minha família. Lembra que eu contei qe um dia do nada fui pra Sao Paulo de aviao ver um guri que eu gostava? Então, eu nao avisei a minha mãe. E essa foi uma de muitas. Eu sumia por dias sem ninguem saber onde eu tava. Claro que a minha filha se apegou a minha mãe. Eu nunca tava lá! Eu não sabia nada dela, doenças, notas, amiguinhos, nada. Nem ligava. Engraçado como eu só pensava em mim… Em me divertir e sentir prazer…
Aí passou mais um tempo - tudo que eu contei no começo do blog - e eu caí em depressão de novo. Fui mandada embora - sem ir pra cadeia graças à Deus! - e voltei pra minha cidade. Não dei bola pra ela de novo…
Aí eu saía a noite de novo e comecei a me envolver com pessoas que me faziam mal… Tava me punindo acho… E aí até eu começar a me tratar e abandonei ela de vez.
Quando o tratamento com o lítio começou a minha vida toda mudou. Acho que já falei sobre isso, quando eu comecei a perceber que eu estava começando a sentir afeto e carinho pelas pessoas… começou com a minha família. Acho que a primeira pessoa que eu me dei conta que eu amava foi o meu pai. Depois a minha filha. Foi como se eu tivesse conhecido ela há pouco tempo, e ela já era uma menina tão linda e inteligente e…
Eu fiquei encantada com ela. No começo foi muito confuso porque eu não sabia controlar o medo de perde-la… eu achava que os 5, 6 anos que eu tinha passado “longe” dela eram muito tempo e que iam fazer falta e… Eu comecei a amá-la… foi tão bom…
Eu achava incrível como ela já tava desenvolvendo a personalidade dela, gostos, manias, e como ela se parecia comigo no jeito de agir!
A gente se aproximou então. Eu logo saí da casa da minha mãe então e fui morar com a minha namorada mas eu ia lá pelo menos uma vez por semana. Era muito comparado com antes… Eu comecei a fazer com que o tempo que eu passava com ela fosse especial e agradavel, ao contrario de antes que eu só brigava. Tudo mudou.
Claro que isso tudo aconteceu aos poucos né… Até hoje as coisas só melhoraram. Ela já tem 10 anos, eu ainda moro com a minha namorada e ela com am inha mãe, mas eu vou lá sempre, a gente sai, conversa, estuda…
Ela me admira muito e sempre diz que quer ser como eu… Tadinha se ela soubesse o que eu passei pra chegar até aqui… Ela fala do meu cabelo, que quer deixar o dela igual, fala que se ela fizer uma tatuagem vai ser igual à minha (a do atomo de litio…), fala que a minha letra é bonita minha mão… enfim… ela é muito querida comigo…
Meu Deus, acho que foi um milagre tudo isso ter acontecido e ela ser como ela é hoje. Ela é muito educada!! Ela não pede de tudo como alguns colegas dela, não desobedece normalmente… Minha mãe fez e faz ainda um trabalho maravilhoso com ela. E hoje eu ajudo acho.
Eu penso que eu não tinha a mínima condição de ter um filho por causa da minha doença. Eu tenho coisas demais na minha cabeça e em alguns momentos fica difícil demais se doar. Um filho demanda doação.
Mesmo hoje, se ela tivesse que morar comigo seria possível, mas sei que não seria tão bom pra ela. Tem dias que eu to pra baixo e não consigo falar com ninguem, tem dias que eu to agitada e nao quero ficar em casa… Minha vida não tem rotinas, e acho que rotinas são muito importantes pra crianças na idade dela.
Hoje eu trabalho o dia todo o que é um grande progresso, mas tenho uma banda e a gente toca a noite em dias variados… É uma vida agitada, com pouco tempo.
E fico feliz em ver que a turbulencia passou e que tudo ficou bem na medida do possível…
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Nov
6
2007
Eu não sou o tipo de pessoas que faz planos e pensa no futuro… eu não me vejo no futuro… eu preciso viver o agora plenamente. Eu não fiz nenhuma faculdade, comecei mas logo parei, e muitas pessoas me falam que eu devia porque sem faculdade eu vou ter dificuldades e vou ganhar pouco pra sempre… Acontece que eu não posso ficar 4 ou 5 anos perdendo todas as minhas noites por uma coisa que eu não gosto. Não tem um curso que me encante, que eu ache que vale a pena passar tanto tempo estudando. Eu não quero morrer e ter perdido um tempo tao precioso na minha vida… Eu não sinto necessidade de ser rica. Eu não quero viver pro trabalho só pra ganhar dinheiro. Eu quero fazer uma coisa que me faça feliz. Ajudar as pessoas me faz feliz. Estudar administração não. É muito pequeno. Eu provavelmente iria bem em qualquer curso que eu fizesse.
Eu não consigo me ver presa à um assunto, fazendo a mesma coisa pra sempre. Eu vejo o mundo tão maior que isso.
Eu não quero dizer que eu me acho superior à maioria das pessoas mas… Todos ao meu redor são tão previsíveis!!! Eu não encontro alguem que compartilhe a minha loucura comigo. As preocupações das pessoas são entediantes pra mim. Coisinhas pequenas de vidinhas sem graça… Eu converso e escuto e tento ajudar mas se eu começar a falar o que eu penso todos vão fugir!!! rsss
Ontem eu tava voltando pra casa de carro e escutando uma música lenta qualquer… E de repente eu vi duas motos de policiais andando lado a lado… de repente me deu uma coisa… parecia que tudo que eu via não era real, parecia que era uma estória em quadrinhos, um filme sei lá… Como se naquela hora eu não estivesse mesmo ali, só o meu corpo. Se eu tivesse que falar com alguem acho que nem ouviria só veria a boca se mexendo… E eu fiquel prestando atenção naquelas motos e elas foram na minha frente até a rua da minha casa… Pareciam dois bonequinhos de quando eu era criança… Aqueles comandos em ação sabe? O mundo não parecia real. Parecia pequeno. Parecia que a qualquer hora eu poderia sumir. Aí eu comecei a chorar compulsivamente porque eu me sinto uma estranha… E eu comecei a pensar… porque que hoje viver parece tão difícil e limitado. Por que que antes de eu tomar remédios eu não sentia medo e agora… Será que o maluco que inventou ou descobriu esse Lítio não fez isso só pra prender mentes livres? Acho que esse fdp tinha medo de pessoas como eu… sei lá. Eu sei que to falando besteira de novo mas só tô desabafando… Eu acho a vida difícil uma vez que você descobre que tem limites. Não sei quanto tempo eu viveria sem o litio mas acho que eu nem ia me importar. E hoje COMO eu me importo…
Eu não sou como os outros… e naõ acho quem seja como eu… em casa tem uma pessoa que me entende, a única que me entendeu até hoje, mas mesmo assim as vezes eu vejo que ela ta cansada de ouvir coisas que pra ela não fazem tanto sentido.
Eu to presa nessa cabecinha medrosa e correta…
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Nov
5
2007
Parei de tomar o Seroquel na parte da manhã… Nossa, me dava muito sono! Teve um dia (o último que eu tomei) que eu tive que sair do trabalho e ir pra casa dormir porque eu não conseguia manter os olhos abertos! E o pior, cheguei em casa e dormi direto até as 5!!! Das 10 da manhã as 5 sem comer, dormindo. Tá louco…
De resto tudo bem… to planejando viajar com a minha filha numa excursão de 2 dias mas quando penso na viagem de onibus meu estomago embrulha. Mas eu vou superar isso. Não sei bem se esse Seroquel fez efeito ou não. Não pensei mais em mortes…
To cansada do meu trabalho já… fiz 1 ano em setembro… Penso muito em mudanças, eu tenho vontade de mudar… Vou tirar ferias logo, quem sabe o mar me acalma… (o mar SEMPRE me acalmou…
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