Nov
16
2007
Anti social
Ontem não me senti muito bem à noite. Senti que o mundo não era real de novo. Foi rápido, tipo uma meia hora, mas senti desespero. Eu não reconhecia a minha casa, parecia que tinham me colocado lá de repente. Parecia que a minha família não era minha, que tinha sido imposta. É estranho e eu já to meio acostumada, eu sei que vai passar por isso não me desespero tanto. Eu fico quieta esperando. Parece que a minha vida não é aquela, como nos filmes quando o personagem acorda na vida de outro.
Também, fui assistir aquele filme Waking Life. Só podia ter mexido com a minha cabecinha fraca. Tem um diálogo que me chamou a atenção, sobre como falamos diferentes línguas, como as palavras com significado abstrato tem diferentes sentidos pra cada pessoa. E que quando nós sentimos que estamos sendo compreendidos por alguém, se comunicando de verdade, é como se fosse uma “comunhão espiritual” com essa pessoa, e essa é uma das nosas buscas eternas. Achei legal, eu sempre penso sobre isso. Eu, em particular, tenho muita dificuldade de me comunicar de verdade com as pessoas. Todos dizem o contrário, dizem que eu tenho facilidade, mas facilidade eu tenho em tentar falar a língua da outra pessoa. A minha parece que ninguém entende.
Eu converso com as pessoas do jeito que eu acho que elas vão gostar, eu provoco um pouco e às vezes sou meio sarcástica… Mas sou bem sincera, não costumo me aproximar de quem eu não gosto. Eu não converso muito com ninguém na verdade. Eu não gosto que pessoas venham na minha casa, não gosto de ir na casa de ninguém… Quando a minha namorada insiste muito, ela sempre insiste, a gente faz um churrasco ou alguma coisa, é penoso pra mim. Eu quase morro de tédio. Eu não suporto ficar sentada num banquinho jogando conversa fora com pessoas que pra mim não faz diferança que existam ou não. Eu gosto de ir num bar, com bastante gente pra eu ficar observando. Com espaço pra eu me movimentar, pra levantar e dar uma volta quando eu me canso da conversa. Poucas conversas prendem a minha atenção. Poucas pessoas prendem a minha atenção. Acho que eu sou meio anti social. hehehe E daí né!
Também, fui assistir aquele filme Waking Life. Só podia ter mexido com a minha cabecinha fraca. Tem um diálogo que me chamou a atenção, sobre como falamos diferentes línguas, como as palavras com significado abstrato tem diferentes sentidos pra cada pessoa. E que quando nós sentimos que estamos sendo compreendidos por alguém, se comunicando de verdade, é como se fosse uma “comunhão espiritual” com essa pessoa, e essa é uma das nosas buscas eternas. Achei legal, eu sempre penso sobre isso. Eu, em particular, tenho muita dificuldade de me comunicar de verdade com as pessoas. Todos dizem o contrário, dizem que eu tenho facilidade, mas facilidade eu tenho em tentar falar a língua da outra pessoa. A minha parece que ninguém entende.
Eu converso com as pessoas do jeito que eu acho que elas vão gostar, eu provoco um pouco e às vezes sou meio sarcástica… Mas sou bem sincera, não costumo me aproximar de quem eu não gosto. Eu não converso muito com ninguém na verdade. Eu não gosto que pessoas venham na minha casa, não gosto de ir na casa de ninguém… Quando a minha namorada insiste muito, ela sempre insiste, a gente faz um churrasco ou alguma coisa, é penoso pra mim. Eu quase morro de tédio. Eu não suporto ficar sentada num banquinho jogando conversa fora com pessoas que pra mim não faz diferança que existam ou não. Eu gosto de ir num bar, com bastante gente pra eu ficar observando. Com espaço pra eu me movimentar, pra levantar e dar uma volta quando eu me canso da conversa. Poucas conversas prendem a minha atenção. Poucas pessoas prendem a minha atenção. Acho que eu sou meio anti social. hehehe E daí né!